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Igreja e Doutrina Católica (2)

             PADRE PIO NOS ENSINA O SIGNIFICADO DA SANTA MISSA.






Padre Pio era o modelo de cada padre... Não se podia assistir "à sua Missa", sem que nos tornássemos, quase sem perceber, "participantes" desse drama que se vivia a cada manhã sobre o altar.


Do sinal da cruz inicial até o ofertório, é preciso encontrar Jesus

Padre Pio era o modelo de cada padre... Não se podia assistir "à sua Missa", sem que nos tornássemos, quase sem perceber, "participantes" desse drama que se vivia a cada manhã sobre o altar. Crucificado com o Crucificado, o Padre revivia a Paixão de Jesus com grande dor, da qual fui testemunha privilegiada, pois lhe ajudava, na Missa.

Ele nos ensinava que nossa Salvação só se poderia obter se, em primeiro lugar, a cruz fosse plantada na nossa vida. Dizia: "Creio que a Santíssima Eucaristia é o grande meio para aspirar à Santa Perfeição, mas é preciso recebê-La com o desejo e o engajamento de arrancar, do próprio coração, tudo o que desagrada Àquele que queremos ter em nós".(27 de julho 1917).

Pouco depois da minha ordenação sacerdotal, explicou-me ele que, durante a celebração da Eucaristia, era preciso colocar em paralelo a cronologia da Missa e a da Paixão. Trata-se, antes de tudo, de compreender e de realizar que o Padre no altar É Jesus Cristo. Desde então, Jesus, em seu Padre, revive indefinidamente a mesma Paixão.

Do sinal da cruz inicial até o Ofertório, é preciso ir encontrar Jesus no Getsemani, é preciso seguir Jesus na Sua agonia, sofrendo diante deste "mar de lama" do pecado. É preciso unir-se a Jesus em sua dor de ver que a Palavra do Pai, que Ele veio nos trazer, não é recebida pelos homens, nem bem nem mal. E, a partir desta visão, é preciso escutar as leituras da Missa como sendo dirigidas a nós, pessoalmente .

O Ofertório: É a prisão, chegou a hora...
O Prefácio: É o canto de louvor e de agradecimento que Jesus dirige ao Pai, e que Lhe permitiu, enfim, chegar a esta "Hora".
Desde o início da oração Eucarística até a Consagração : Nós nos unimos (rapidamente!...) a Jesus em Seu aprisionamento, em Sua atroz flagelação, na Sua coroação de espinhos e Seu caminhar com a cruz nas costas, pelas ruelas de Jerusalém e, no "Memento", olhando todos os presentes e aqueles pelos quais rezamos especialmente.

A Consagração nos dá o Corpo entregue agora, o Sangue derramado agora. Misticamente, é a própria crucifixão do Senhor. E é por isso que Padre Pio sofria atrozmente neste momento da Missa.

Nós nos uníamos em seguida a Jesus na cruz, oferecendo ao Pai, desde esse instante, o Sacrifício Redentor. Este é o sentido da oração litúrgica que segue imediatamente à consagração.

"Por Cristo com Cristo e em Cristo" corresponde ao grito de Jesus: "Pai, nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito!" Desde então, o sacrifício é consumado pelo Cristo e aceito pelo Pai. Daqui por diante, os homens não mais estão separados de Deus e se encontram de novo unidos. É a razão pela qual, nesse instante, recita-se a oração de todos os filhos: "Pai Nosso...".

A fração da hóstia indica a Morte de Jesus...
A Intinção, instante em que o Padre, tendo partido a hóstia (símbolo da morte...), deixa cair uma parcela do Corpo de Cristo no cálice do Precioso Sangue, marca o momento da Ressurreição, pois o Corpo e o Sangue estão de novo reunidos e é ao Cristo Vivo que vamos comungar.

A Bênção do Padre marca os fiéis com a cruz, ao mesmo tempo como um extraordinário distintivo e como um escudo protetor contra os assaltos do Maligno...

Depois de ter escutado uma tal explicação dos lábios do próprio Padre e sabendo bem que ele vivia dolorosamente tudo aquilo, compreende-se que me tenha pedido segui-lo neste caminho... o que eu fazia cada dia... E com que alegria!

Confidências de Pe. Pio a seus filhos espirituais
"Minha missa é uma mistura sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo", disse ele chorando.

"Na Paixão de Jesus, encontrarão também a minha".

"Não desejo o sofrimento por ele mesmo, não; mas pelos frutos que me dá. Ele dá glória a Deus e salva meus irmãos, que mais posso desejar?".

"A que momento do Divino Sacrifício mais sofreis?". - Da consagração à comunhão." "Durante o ofertório?. - É neste momento que a alma é separada das coisas profanas."

"A consagração?". - É verdadeiramente aí que advém uma nova admirável destruição e criação."

"A Comunhão? Na comunhão, sofreis a morte? - Misticamente, sim. - Por veemência de amor ou de dor? - Por uma e outra: mas mais por amor."

"Sofreis toda e sempre a Paixão de Jesus?". - Sim, por Sua bondade e Sua condescendência, tanto quanto é possível a uma criatura humana. - E como podeis trabalhar com tanta dor? - Encontro o meu repouso sobre a cruz."

"Como nós devemos ouvir a Santa Missa?". - Como a assistiam a Santa Virgem Maria e as Santas mulheres. Como São João assistiu ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrificio sangrento da cruz "". Pe. Tarcísio, Congresso de Udine, 1972.


Fonte:www.rccrj.org.br
                                            

                                       Riquezas da igreja


                                   
                                
     Muitos falam que a Igreja é rica, que o Vaticano possui muito ouro. Pois bem, é preciso antes de tudo conhecer a História da Igreja, a verdadeira História antes de julgar. A palavra Católica significa universal e qualquer Insitutição que atue em vários lugares do mundo precisa de meios materiais para fazê-lo, afinal de contas ainda não estamos no Reino dos Celeste, esse mundo exige de nós subsídios materiais para a sobreviencia. Após a guerra de unificação da Itália a Igreja perdeu grande parte de suas terras, que por sinal, foram doadas por cristãos em sua maioria honestos e fiéis à Igreja.
     Foram 60 anos de luta para que a Igreja não perdesse seu próprio território, ainda que pequeno, apenas 0,44 km2, para que tivesse a condição mínima de cumprir a missão que confiou a ela, na pessoa de Pedro e dos apóstolos. No museu do Vaticano se encontra objetos doados por cristãos fiéis como já foi citado anteriormente, e objetos esses pertecentes ao patrimônio da humanidade, assim como tantos outros museus espalhados pelo mundo todo. É um acervo cultural muio importante e que a mesmo tempo se fosse vendido não resolveria o problema da miséria no mundo. Nenhum outro chefe de Estado aceitaria vender um patrimônio cultural, será que a rainha da Inglaterra vendenderia o museu de Londres?
     A Igreja pode até ter possuido muitos bens no passado, mas hoje não é mais assim. Falam que o Papa ostenta um vida de luxo, mas nem  um avião (coisa que qualquer chefe de Estado tem) o Papa possui para e locomover em suas missões interncionais, sim  missões, pois sua  função éproclamar o Evagelho e Jesus Cristo por toda  terra. O Vaticano possui um orgão chamado de Cor Unum que é encarregdo da caridade do Papa no mundo todo. Todo final de ano o jornal do Vaticano publica as doações feitas pelo Papa às nações do mundo inteiro, em especial para vencer a fome, a seca, para auxiliar as vítmas de enchentes de terrremotos pelo mundo afora. Essas doações são feitas pelo óbulo de São Pedro que é a arrecadação dos fiéis do muno inteiro.
     A Igrja também possui obras sociais e beneficentes  no mundo todo, são hospitas, asilos, sanatórios, albergues, orfanatos, leprosários e etc. Quantos padres e freiras, santos e santas passaram a vida fazendo caridade . Existem bens da Santa Sé que estão sujeitos ao Estado italiano para fins de impostos e taxas. Nossa Igreja é muito rica sim, espirituamente, desde a sua fundação porque foi vontade do próprio Cristo, ao entregar a missão à Pedro, as chaves do céu. Pedro o primeiro Papa, martirizado, morto de cabeça para baixo plo anúncio do Evangelho. A Igreja de Paulo de Tarso , dos santos e santas, dos doutores, de homens e mulheres que proclamaram o Evangelho com a própria vida.
     É a Igreja dos sacramentos, onde só nela podemos comungar o corpo e sangue, alma e divindade de nosso Senhor Jesus Cristo. É a Igreja do calvário que se renova a cada Santa Missa, a Igreja única e indivisível, verdadeirmente universal (católica), a Igreja dos 265 pontífices começando pelo próprio Pedro até Bento XVI. A verdadeira fortuna da Igreja está acumulda no sangue dos mártires, na fidelidade dos Padres, na pureza das virgens, na palavra destemida dos apóstolos, na Lei dos profetas e na infalibilidade dos Papas. Realmente nossa Igreja é riquissíma!            

Resumo feito do Livro "Porque Sou Católico" por: Gabriella Leite (Grupo de Oração Sacrário Vivo)

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